quarta-feira, 20 de setembro de 2017

PREGAÇÕES DE MANÉ MAGO



REFLEXÕES DE FREI MANÉ MAGO
SOBRE A “CURA GAY”

Palavras extraídas do breviário de 
Frei Cancão de Fogo do Amor Divino

“Somente quem desconhece a História se surpreende com as burrices da HUMANIDADE.”
Frei Mané Mago de Jurema

Para quem se descabela nas redes sociais contestando a famigerada “cura gay” eis algumas dicas de Frei Mané Mago de Jurema, recolhidas por seu fiel discípulo Frei Cancão de Fogo do Amor Divino. Para entender o assunto é preciso cortar o nó górdio da burrice com a mesma ousadia e petulância de Alexandre, o Grande, aquele de quem os detratores afirmavam ter sido uma grande bichona. Num inspirado sermão, disse Frei Mané:

Cura Gay foi a coisa mais imbecil que ouvi nos últimos dias, mas nada disso me surpreende sabendo das reais intenções de quem a promove e dos caroços que existem por baixo desse angu. Ora, como diz o verso daquela canção, "qualquer maneira de amar vale a pena". Mais importante é ser feliz.

Depois da teoria da terraplana, eis que vem à tona essa história de "cura gay". Percebe-se que, para se livrarem do achincalhamento público, os golpistas de plantão criam mil obstáculos, mil e uma armadilhas para os internautas incautos, capazes de acreditar no  Cão da Itaóca, no Bicho da Água Verde e no Monstro do Lago Ness. Esse é o nó górdio das redes sociais e quem não é tolo pode ver. A intenção é clara como um dia de sol: desviar o foco da luta mais urgente e necessária desses tempos sombrios.


Alexandre, o Grande e o nó górdio


Disse ainda, Frei Maguim:

— Para pegar o seu cavalinho de sela de madrugada, o sertanejo usava uma cuia de milho. O cavalo, suspeitando de uma longa e enfadonha viagem, da ausência prolongada, amoitava-se na capoeira. O dono não se dava por vencido. Mandava um menino de confiança, um cabrito desempenado, pegar o mandrião. O menino, sabedor das manhas do equino, balançava a cuia de milho, chamava o bicho pelo nome e... Por mais arisco que fosse, o cavalo vinha comer na palma da mão. Tendo milho a coisa funciona.
Sem milho, Incitatus, o cavalo de Calígula, não teria aceitado jamais o cargo de Senador de Roma. Infelizmente, nos dias de hoje, a coisa continua do mesmo jeito!


Calígula e seu cavalo Incitatus

O cabra velho Temeroso usa do mesmo artifício com deputados e senadores, como se o povo brasileiro fosse um LOTE DE BESTAS. Pega o cavalo na hora que bem entende, usando espigas de milho superlativas e seus meninos de mandado. São malas e malas de milhões! Enquanto isso, o lote de bestas continua pastando nas redes sociais, preocupados com a "polêmica do dia"...

Por mais justo que seja o seu protesto, por mais nobre que seja a sua causa, não perca o foco. Não se deixe embaraçar pelos nós górdios dos golpistas, tampouco pelas cuias de milho do cabra velho.

Bem dizia a minha finada avó: — Quem tem besta, não compra cavalo. Se para bons entendedores meias palavras bastam, acho que Frei Mané Mago falou mais do que devia. O importante é não perder o FOCO, não desencontrar o fio da meada. Nesse momento, mais que tudo, a palavra certa é FORA TEMER! FORA GOLPISTAS! Palavra da perdição.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Pregações de Frei Mané Mago


FREI MANÉ MAGO E A ‘SANTA’ INQUISIÇÃO DE CURITIBA

Charge de Gervásio (gentilmente cedida pelo autor)

(ONDE COMPARA PALOCCI A GALILEU E PAPILLON)

“Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.” (Mt 7. 6)

Frei Mané Mago meditava sob um pé de jucá, do qual pretendia extrair madeira para um cajado (pau de dar em doido), quando viu aproximar-se um alvoroçado Fariseu, completamente doutrinado pela mídia. O néscio chegou proclamando em altos brados o conteúdo da delação de Antônio Palocci. O velho asceta baixou o capuz de seu hábito e permaneceu ensimesmado, sem dar atenção à predica profana do dito fariseu, mas este, não se contendo, puxou-lhe pela manga de suas vestes e repetiu novamente a ladainha que lhe fora ensinada por William Bonner.
Frei Mané Mago, que não esperava tamanha ousadia, não pôde se conter e o rebateu deste modo:
— Oh, miserável COXINHA, quem vos consentiu tamanha ousadia? Tu que és feito de massa de manobra e recheado de carne de pato amarelo, não tendes respeito pelo próximo?
E dando as costas ao importuno, começou a instruir os seus discípulos desse modo:
— Quem tiver ouvidos que ouça. E quem possuir conta no facebook, e souber de minha prédica através das redes sociais, leia estas palavras até o fim e tire as suas próprias conclusões... Se algum de vós já lestes “O Grande Inquisidor”, texto do imortal Fiódor Dostoievski, deve saber perfeitamente que tipo de gente infesta o Sinédrio de Curitiba. Lembrai-vos do que dizia Frei Zé Ramalho da Paraíba “Em seus papiros, Papillon já me dizia, que nas torturas toda carne se trai”. Existe tortura mais cruel que a tortura psicológica?
Ora, meus amigos, se até o sábio Galilei Galileu curvou-se perante o "Santo Ofício', humilhou-se perante à "Santa Inquisição" para se livrar da fogueira, o que dizer do ex-ministro Antônio Palocci perante o Sinédrio de Curitiba?
Imaginem o seu estado emocional, preso, confinado, humilhado, aviltado, pressionado e tentado pela promessa de ser premiado com a redução da pena e ainda ganhar, de lambugem uma caixa de BATOM GAROTO. Diariamente ele ouvia o mantra - ENTREGUE O LULA, COMPRE BATOM, COMPRE BATOM, COMPRE BATOM... DELATE O LULA, QUE SERÁ BOM, QUE SERÁ BOM, QUE SERÁ BOM. É preciso que o cara tenha sangue no olho. É preciso que tenha a fibra dos SETE IRMÃOS MACABEUS de que nos fala o ANTIGO TESTAMENTO para aguentar tanta pressão sem ceder.

* * *


Galileu frente ao tribunal da inquisição romana, pintura de Cristiano Banti

E, pondo-se de pé, sacudiu o pó da manga de seu hábito, onde o fariseu o havia tocado. Então, elevando o tom de voz, concluiu a sua prédica dessa maneira:
— COXAS & MORTADELAS, antes de fazerem os vossos julgamentos, se ponham no lugar do PALOCCI, assim como os Macabeus estiveram sugigados diante do Rei Antíoco. Melhor dizendo, ponham-se no lugar de Barrabás perante o Sinédrio de Jerusalém. Para se salvar, Barrabás sabia perfeitamente que alguém teria que PAGAR O PATO em seu lugar.
Frei Cancão de Fogo do Amor Divino, que havia registrado seu discurso num pergaminho estampado na tela de um tablet, perguntou ao mestre se poderia postá-lo na internet.
O mestre assentiu, porém preveniu os seus discípulos assim dizendo:
— Vigiai, irmãos. Se algum COXA amigo, que você ainda não baniu do seu círculo de amizades nas redes sociais por motivo de consideração, postar uma asneira qualquer e cairdes em tentação, ou seja, se cometerdes a estultícia de rebater, sabei desde já que uma matilha de COXAS e SOBRECOXAS cairá ferozmente sobre ti, uivando e ganindo como uma horda de lobos esfaimados, dispostos a estraçalhar-vos e comer o teu fígado. Portanto, caríssimos, orai e vigiai, pois não sabeis o dia e nem a hora que um COXA poderá vos atacar.  Frei Xexéu de Bananeira, um inspirado repentista que acompanhava atentamente as pregações de Frei Mané Mago, percebeu que já era quase meia-noite e para não ser molestado pelos Fariseus compôs esse martelo agalopado:

— Se um COXINHA por acaso me insultar
E contar ter por certo uma medalha
Não encara o meu cavalo de batalha
O seu estro não pode prosperar
A espada do meu verso há de brilhar
Tudo aquilo que a impede eu esfacelo
Canto o brilho, canto o bravo e canto o belo
Sou poeta sem jamais sair da linha
Porém verso, tortuoso de COXINHA
Meia noite só respondo em MARTELO.


(Dos velhos manuscritos de Frei Cancão de Fogo do Amor Divino)

terça-feira, 5 de setembro de 2017

O BAÚ NA IMPRENSA

LANÇAMENTO DO LIVRO "O BAÚ DA GAIATICE"

Há 18 anos (maio de 1999) fizemos o lançamento do livro O BAÚ DA GAIATICE no Pirata Bar da Praia de Iracema, com show do humorista Hiran Delmar e presença maciça dos amigos. O livro já está na terceira edição, totalizando uma tiragem de 5 mil exemplares.


Matéria de capa no tablóide HOJE, que circulava em Fortaleza.

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

O BAU DA GAITICE
3ª Edição / Editora Assaré
Crônicas e poesia popular
220 páginas

PEDIDOS: acordacordel@hotmail.com

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

COXA & SOBRECOXA


"Transformam o país inteiro num puteiro,
pois assim se ganha mais dinheiro..."
(O tempo não para - Cazuza)

PREGAÇÕES DE FREI 
MANÉ MAGO NO DESERTO


Frei Mané Mago de Jurema e seus discípulos peregrinavam pelo Sertão Central da Galiléia, rumo à terra dos Monólitos, onde deveriam esperar a chegada do Cavaleiro da Esperança. Sua marcha foi interceptada bruscamente por meia dúzia de Coxinhas e Fariseus, todos com aspecto alucinado e espumando de ódio, parecendo estarem possuídos por espíritos malignos.
Um dos Fariseus, que parecia liderar o minguado grupo de gatos pingados, tremendo visivelmente os dedos e a boca, adiantou-se da comitiva e bradou:
— Sabeis que não temos ladrão de estimação e que desejamos ver todos os gatunos na cadeia! Com os poderes do Sinédrio Curitibano, haveremos de ver o vosso chefe apodrecer detrás das grades! Afinal de contas, a culpa é do PT! Desde que a serpente tentou a nossa Mãe Eva no Jardim do Éden, desde quando o Criador resolveu mandar o Dilúvio, desde quando a humanidade ergueu a Torre de Babel, a culpa é desse maldito partido. Não duvido que tenham sido responsáveis pela extinção dos dinossauros!
Mestre Mané Mago retrucou, simplesmente:
— Que tendes vós conosco? Que vos importa o que fazemos ou deixamos de fazer? Vós que enfiastes as panelas no rabo, por que não botam a viola no saco?
— No rabo? Disse um deles pálido de raiva...
Frei Mané Mago, lembrando-se do Padre João, de “O Auto da Compadecida”, sorriu e lhes disse:
— Desculpe, eu deveria ter dito "na CAUDA". Deve-se respeito aos enfermos, mesmo que sejam da mais baixa qualidade.

* * *

Os Fariseus ficaram a ponto de explodir e começaram a dirigir toda sorte de imprecações contra Frei Mané Mago e seus discípulos. Querendo pôr termo à infrutífera querela, o Mestre os repreendeu brandamente:
— Acalmai-vos, meus irmãos. Jamais ouvi algum de vós clamar pela prisão dos golpistas, dos vendilhões da pátria, sobretudo do Cheira-Pó das Gerais ou de seu amigo dono do Helifanta.
— Helifanta?  Que diabos é Helifanta? – Perguntou um dos Coxinhas, ao que o mestre explicou prontamente:
— Então não sabíeis que está proibido chamar o tal helicóptero da “esparrela” pelo nome daquele outro refrigerante. Doravante o chamaremos de Helifanta, Helipepsi, Helipóptero e o que mais nos vier à cabeça.
Os paneleiros se entreolharam confusos. Alguns já demonstravam claros sinais de arrependimento, mas por pudor, não tinham coragem de assumir. Apenas um deles disse timidamente:
— Saiba que já mandamos o GOLPISTA para a China...
 Outros, por serem totalmente néscios, teimavam ainda com redobrado furor. Aos que se arrependeram, o Mestre aconselhou nesses termos:
— Diz a lenda que o PANELEIRO que passar SETE DIAS calado, sem estrebuchar nas redes sociais, sem ofender o seu próximo e sem repetir o discurso vazio que há muito perdeu a validade, será perdoado por todas as cagadas que praticou.

* * *

Ora, bem sabia o Mestre que um Paneleiro é incapaz de passar SETE MINUTOS em silêncio, quanto mais SETE DIAS. Ao terminar sua prédica, Frei Mané Mago retomou o seu caminho, seguido por seus discípulos, enquanto os Coxinhas tentavam arrebanhar outros gatos pingados para sua diminuta caravana.
Ao se afastarem do local daquele encontro indesejável, um discípulo de Frei Mané Mago adiantou-se e perguntou:
— Mestre, eles estão cegos? Estão surdos? Estão loucos? Não percebem a desgraça que trouxeram sobre o nosso país.


O mestre suspirou e respondeu desolado:
— Em verdade, em verdade vos digo: os COXINHAS estão amando isso aí. A raiva deles era ver pobre andando de avião, empregada doméstica falando em “meus direitos”, filho de preto na universidade... Ver pobre doente, sofrendo numa fila de hospital, leva qualquer paneleiro a um orgasmo múltiplo. Ver pobre sendo enxotado, maltratado e perseguido é um bálsamo, um colírio para os olhos de um Coxinha Fascista.
— Será possível? Disse Frei Candonga. O Mestre prosseguiu:
— Lascado mesmo é o COXINHA POBRE, que não se reconhece como tal. Aquele que foi manipulado pela mídia e iludido pelo pato amarelo. Que continua teimando, que ainda estrebucha porque não caiu a ficha...  Aquele miserável que foi uma vez à Flórida, outra ao Paraguai e já pensa que é rico. Usa roupa importada (de procedência duvidosa), anda de Hi-Lux (que comprou fiado) e mora de aluguel, na base do VIVA O LUXO e MORRA O BUCHO!
Frei Cancão de Fogo não se conteve e o VERBO se fez látego:
— Esse merece pagar dobrado. Mas o COXA verdadeiro, aliás aquele SOBRECOXA que tem pedigree e bala na agulha, que possui dinheiro mal adquirido num banco da Suíça, esse gosta mesmo é de ver o país do jeito que está... Trabalhador com direitos aviltados, subtraídos e solapados. Aumento do preconceito contra negros, nordestinos, homossexuais e outras minorias. Esse Fariseu não vai mais às ruas, não reclama de nada, fechou-se em copas. Colhe os frutos de sua plantação: Abandono dos programas sociais, venda das estatais. Enfim, os Três Poderes nadando na podridão enquanto ele nada em rios de dinheiro.
Frei Mané Mago, ombros caídos, vista perdida na imensidão do horizonte, concluiu deste modo:
— Os papangus que vistes ainda há pouco, é um substrato dessa raça que se julga superior. Meros idiotas que almejam adentrar nesse panteão de mentiras. Pobres diabos iludidos pelo canto da Sereia do Capitalismo. Em verdade, em verdade vos digo. É mais fácil uma baleia adaptar-se às areias do Saara que um desses pobres paneleiros arrepender-se. Acho até mais viável o Satanás ter piedade e compaixão pela humanidade, que um desses admitir que está errado.


Extraído dos manuscritos de Frei Cancão de Fogo do Amor Divino

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

II FEIRA DO CORDEL

MOMENTOS MARCANTES DA II FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO - CAIXA CULTURAL

 Palestra sobre o CEGO ADERALDO


Homenageados da II Feira do Cordel Brasileiro


Palestra sobre o Cego Aderaldo



Show de Jorge Mello




Marcus Lucenna, Jorge Mello e Chico Salles


Com Raymundo Neto, Chico Salles e Jorge Mello

 João Miguel e Juliana vendendo cordel

Com meus pais Evaldo Lima e Hathanne Vianna. Também na foto:
Klévisson Vianna, Maria Clara e Paula Torres.





domingo, 20 de agosto de 2017

FEIRA DO CORDEL HOMENAGEIA CEGO ADERALDO



Hoje, domingo, dia 20 de agosto, a II Feira do Cordel Brasileiro presta homenagem ao famoso CEGO ADERALDO (Aderaldo Ferreira de Araújo), relembrando os 50 anos de sua morte. A partir de 14 horas, no teatro da Caixa Cultural (Avenida Pessoa Anta) será realizada a Palestra “Cego Aderaldo, o trovador do Nordeste” com o cineasta Rosemberg Cariry e os escritores João Eudes Costa e Arievaldo Vianna. O mediador será o poeta Orlando Queiróz. Logo em seguida, haverá exibição do Filme Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito, de Rosemberg Cariri.



ADERALDO FERREIRA DE ARAÚJO - (Crato - 24 de junho de 1878 + Fortaleza  - 29 de junho de 1967)
No dia 29 de julho de 2017, completaram-se 50 anos do desaparecimento daquele que é considerado um dos mais importantes poetas populares nordestinos, Aderaldo Ferreira de Araújo - o famoso Cego Aderaldo. Nascido no Crato (CE), ele veio morar muito jovem na cidade de Quixadá (CE), depois de ficar órfão de pai, empregando-se na estrada de ferro. Cegou aos 18 anos. Trabalhava abastecendo uma caldeira quando tomou um copo de água fria e os olhos estalaram imediatamente, fazendo com que perdesse a visão pelo resto da vida. Comprou então o seu primeiro instrumento e descobriu que sabia fazer versos. Achava humilhante ter que pedir esmolas por isso exerceu diversas profissões: além de cantador foi comerciante e exibia filmes num cinematógrafo lhe presenteado por Ademar de Barros, ex-governador de São Paulo.

20 de agosto (Domingo)
Teatro
14h – Palestra “Cego Aderaldo, o trovador do Nordeste”
Exibição do Filme Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito – Classificação: Livre
Palestrantes: Rosemberg Cariry (Fortaleza/CE), João Eudes Costa (Quixadá/CE) e Arievaldo Viana (Caucaia/CE)
           Mediação: Poeta Orlando Queiroz (Quixadá/CE)

Arievaldo Vianna

João Eudes Costa

Orlando Queiróz



AINDA A PROGRAMAÇÃO... 

Palco Cego Aderaldo
16h – Chico Pedrosa (Olinda-PE) e Antônio Francisco (Mossoró/RN)
16h30min – Forró pé-de-serra: Kutuka a Burra (Fortaleza/CE)
17h – Canções de Viola: Antônio Jocélio (Fortaleza/CE)
17h30min – Marcus Lucenna (RN) e Cacimba de Aluá (Fortaleza/CE)
18h30min – Show de Encerramento: Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)



EXPOSITORES:
1.    ABLC (Rio de Janeiro/RJ)
2.    AESTROFE (Fortaleza/CE)
3.    Arievaldo Vianna (Sertão Central-CE)
4.    CECORDEL (Fortaleza/CE)
5.    Chico Pedrosa (Olinda/PE)
6.    Cordelaria Flor da Serra (Fortaleza/CE)
7.    Edições Patabego (Tauá/CE)
8.    Editora Coqueiro (Olinda/PE)
9.    Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)
10.  Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE)
11.  Francisco Melchiades (Fortaleza/CE)
12.  Francorli (Juazeiro do Norte/CE)
13.  Geraldo Amâncio (Fortaleza/CE)
14.  Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)
15.  João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE)
16.  José Lourenço (Juazeiro do Norte/CE)
17.  Jotabê (Fortaleza/CE)
18.  Lucarocas (Fortaleza/CE)
19.  Nonato Araújo (Fortaleza/CE)
20.  Olegário Alfredo (Belo Horizonte/MG)
21.  Regina Drozina (Guararema/SP)
22.  Ricardo Evangelista (Belo Horizonte/MG)
23.  Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)
24.  Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)
25.  Valentina Monteiro (Campina Grande/PB)
26.  Tupynanquim Editora (Fortaleza/CE)

Serviço:
II FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: De 17 a 20 de agosto de 2017
Horários: Quinta a sábado: 14 às 20h | Domingo: 14 às 19h
Classificação indicativa: Livre
GRATUITO

Atendimento à imprensa:
Helena Félix – (085) 99993-4920 / pontualcomunicacao@gmail.com e
Kiko Bloc-Boris – (085) 98892-1195 / kikobb@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):
Bebel Medal – (85) 99934-0866
bebelmedal@gmail.com
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quinta-feira, 17 de agosto de 2017

COMEÇA HOJE...


Ilustração: Lincoln (DN)

A festa do cordel

Expoentes da literatura popular participam de feira na Caixa Cultural Fortaleza, com programação gratuita que vai de hoje a domingo (20)

por Roberta Souza - Repórter

A literatura de cordel e outras manifestações artísticas tipicamente nordestinas ganham, a partir de hoje (17), quatro dias para intensa expressão na Caixa Cultural Fortaleza. O cenário contempla logo mais, a partir das 14h, a II Feira do Cordel Brasileiro, com uma programação de shows, oficinas, palestras, lançamentos literários, exibição de documentário, além de exposição e venda de folhetos e outros artigos que dão conta dessa linguagem.

Entre as atrações convidadas estão os músicos-cordelistas Jorge Mello, parceiro musical de Belchior; o cordelista, repentista e sambador Mestre Bule-Bule; o Mestre Valdeck de Garanhuns, bonequeiro, cordelista, repentista e xilogravador; a médica, cantora e cordelista Paola Torres; os grupos Tempo de Brincar; o jovem Rafael Brito e a Rabecaria; dos forrós Kutuca a Burra e Cacimba de Aluá.

O show de repente pela dupla Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre, além de muitas declamações pelos cordelistas Chico Pedrosa, Antônio Francisco, Evaristo Geraldo, Lucarocas, Paulo de Tarso, Raul Poeta, Arievaldo Vianna e Tiago Monteiro são outros destaques da programação, cuja curadoria foi realizada por Klévisson Viana. Também curador na Praça do Cordel presente na Bienal do Livro do Ceará, ele reconhece a importância desta para a realização da feira.

"Foi o 'know-how' ao longo de uma década trabalhando com a Bienal que nos deu condições de realizar a Feira do Cordel, inicialmente pensada pequena, mas que já começou grande", observa Klévisson. A primeira edição na Caixa Cultural aconteceu em abril passado, mas antes tinha sido organizada uma também no Dragão do Mar. A contagem de edições pela organização, no entanto, começa a levar em consideração o evento de 2016, e pretende-se dar continuidade pelos próximos anos. "A parceria tem dado super certo", salienta o curador da Feira.

Realizada a partir de uma iniciativa da Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (Aestrofe), com patrocínio da Caixa Econômica Federal e Governo Federal, e apoio cultural da Tupynanquim Editora, Cariri Filmes, Editora Imeph, Programa A Hora do Rei do Baião e Premius Editora, a Feira do Cordel é também uma ação de resistência em tempos de crise. "Seria impossível fazer esse evento somente com dinheiro. Contamos com know-how, amizades e credibilidade para ela acontecer, mas o orçamento deveria ser três vezes maior do que os 120 mil que usamos", explica Klévisson Viana.

Homenageados


Bule-Bule (BA) e Cego Aderaldo (CE)

Como de costume, alguns nomes serão homenageados pela Feira. Nessa edição, os escolhidos foram o repentista Cego Aderaldo (50 anos de morte), os cordelistas Gonçalo Ferreira (80 anos), Arievaldo Vianna (50 anos), o Mestre Bule-Bule (70 anos), Zé Maria de Fortaleza (60 anos de viola) e o cordelista e xilogravador Mestre José Costa Leite (90 anos de vida e 72 anos de arte).

Da Bahia, o Mestre Bule-Bule demonstra satisfação em vir pela segunda vez ao Ceará este ano, afinal ele também estava na programação da Bienal. A homenagem, um diferencial, foi recebida com entusiasmo e humildade. "É uma satisfação ser de um lugar tão distante - da Bahia ao Ceará são várias divisões de estado, núcleos de grandes poetas e cantadores e escritores - , e meu nome ser bem visto no meio de tantos valores de nobreza poética que tem aí. É uma honra, não tenho palavras no meu fraco vocabulário para descrever tamanha vantagem. Só agradecer a Deus, aos homens e mulheres de boas vontade que me deixam na frente de determinada função", valoriza o mestre.

LEIA A MATÉRIA COMPLETA NO CADERNO 3 DO DIÁRIO DO NORDESTE

Link: http://diariodonordeste.verdesmares.com.br/cadernos/caderno-3/a-festa-do-cordel-1.1805485

terça-feira, 8 de agosto de 2017

II FEIRA DO CORDEL

NA CAIXA CULTURAL DE FORTALEZA


CAIXA CULTURAL FORTALEZA RECEBE A SEGUNDA EDIÇÃO DA FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO

Com curadoria do cordelista e editor Klévisson Viana, evento reúne os principais expoentes da literatura popular em versão tipicamente nordestina


Foto: Leonardo Costa


A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, de 17 a 20 de agosto de 2017, a II Feira do Cordel Brasileiro, que tem o objetivo de incentivar e promover a literatura popular e as manifestações artísticas tipicamente nordestinas. Com aproximadamente 30 expositores, o evento também pretende fomentar o encontro do público geral com os artistas, como forma de conhecer melhor a expressiva produção do melhor do cordel, da cantoria e da xilogravura nacional.



Com entrada gratuita, a Feira do Cordel Brasileiro reúne vários dos principais nomes da literatura de cordel no País, além de emboladores, cantadores de viola e da música regional. Entre as atrações estão os músicos-cordelistas Jorge Mello, parceiro de Belchior em aproximadamente 40 canções; o cordelista, repentista e sambador Mestre Bule-Bule; o Mestre Valdeck de Garanhuns, bonequeiro, cordelista, repentista e xilogravador; a médica, cantora e cordelista Paola Torres; os grupos Tempo de Brincar; o jovem Rafael Brito e a Rabecaria; dos forrós Kutuca a Burra e Cacimba de Aluá. O evento conta ainda com show de repente pela dupla Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre, além de muitas declamações pelos cordelistas Chico Pedrosa, Antônio Francisco, Klévisson Viana, Evaristo Geraldo, Lucarocas, Paulo de Tarso, Raul Poeta, Paiva Neves, Arievaldo Vianna e Tiago Monteiro.
A Feira vai promover palestras, lançamentos literários, a exibição do documentário “Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito”, de Rosemberg Cariry, como também a exposição e venda de folhetos de cordel, livro, camisetas e CDs. A curadoria é do cordelista e editor Klévisson Viana, vencedor do Prêmio Jabuti de Literatura (2015) com o livro "O Guarani em cordel" (Ed. Amarylis, baseado na obra de José de Alencar).
Além disso, os interessados poderão participar de oficinas de xilogravura e de cordel. As inscrições estarão abertas de 07 a 16 de agosto de 2017, por meio dos emails encenaproducoes@gmail.com e aestrofe@gmail.com ou pelo telefone. (85) 3023-3064. Cada oficina terá limite de 20 vagas.
Nessa edição, os homenageados serão o repentista Cego Aderaldo (50 anos de morte), os cordelistas Gonçalo Ferreira (80 anos), Arievaldo Vianna (50 anos), o Mestre Bule-Bule (70 anos), Zé Maria de Fortaleza (60 anos de viola) e o cordelista e xilogravador Mestre José Costa Leite (90 anos de vida e 72 anos de arte).




Manifestação literária

O Ceará se perpetua como o maior polo produtor de Literatura de Cordel desde os longínquos tempos da Tipografia São Francisco, em Juazeiro do Norte, posteriormente rebatizada de Lira Nordestina. A partir da década de 1990, essa produção se acentuou na capital do Estado, sobretudo após o surgimento de associações de poetas, trovadores e folheteiros, tais como o Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste (CECORDEL), a Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE), entre outras, além da consolidada casa editorial Tupynanquim Editora e da Cordelaria Flor da Serra.

Apesar do linguajar simples e informal, a literatura de cordel é, hoje, revista como importante manifestação literária, pois é compreendida como uma das nossas primeiras manifestações poéticas em língua portuguesa, tendo sua origem na produção oral trovadoresca. Neste sentido, a literatura de cordel vem sendo cada vez mais aceita e estudada pelas academias e já possui uma Academia Brasileira de Cordel, fundada em 07 de setembro de 1988 com sede no Rio de Janeiro.

A II Feira do Cordel Brasileiro é uma iniciativa é da AESTROFE (Associação de Escritores, Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará) com patrocínio da CAIXA Econômica Federal e Governo Federal com o apoio cultural da Tupynanquim Editora, Cariri Filmes, Editora Imeph, Programa A Hora do Rei do Baião e Premius Editora.

Sobre os homenageados


CEGO ADERALDO (Aderaldo Ferreira de Araújo) – 50 anos de morte (24 de junho de 1878 + 29 de junho de 1967)
No dia 29 de julho de 2017, completaram-se 50 anos do desaparecimento daquele que é considerado um dos mais importantes poetas populares nordestinos, Aderaldo Ferreira de Araújo - o famoso Cego Aderaldo. Nascido no Crato (CE), ele veio morar muito jovem na cidade de Quixadá (CE), depois de ficar órfão de pai, empregando-se na estrada de ferro. Cegou aos 18 anos. Trabalhava abastecendo uma caldeira quando tomou um copo de água fria e os olhos estalaram imediatamente, fazendo com que perdesse a visão pelo resto da vida. Comprou então o seu primeiro instrumento e descobriu que sabia fazer versos. Achava humilhante ter que pedir esmolas por isso exerceu diversas profissões: além de cantador foi comerciante e exibia filmes num cinematógrafo lhe presenteado por Ademar de Barros, ex-governador de São Paulo.



GONÇALO FERREIRA – 80 anos
Cearense da cidade de Ipu, o poeta, contista e ensaísta Gonçalo Ferreira da Silva nasceu no dia 20 de dezembro de 1937. Aos 14 anos transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde, em 1963, publicou pela Editora da Revista Rural Fluminense o primeiro livro: “Um resto de razão”, coletânea de contos regionais do Nordeste. Em 1978 iniciou sua produção de literatura em cordel, quando, ao realizar estudos sobre cultura popular na Fundação Casa de Rui Barbosa, conheceu o pesquisador Sebastião Nunes Batista e em companhia dele passou a frequentar a Feira de São Cristóvão. Muito exigente com a forma, tem estrofes primorosas em seus mais de 200 trabalhos já publicados. Também escreveu livros em prosa, como uma biografia romanceada do cangaceiro Lampião. É fundador e atual presidente da Academia Brasileira de Literatura de Cordel – ABLC, situada no bairro de Santa Tereza (RJ).



ARIEVALDO VIANNA (Arievaldo Vianna Lima) 50 anos
Nascido aos 18 de setembro de 1967 na fazenda Ouro Preto (Sertão Central do Ceará), o escritor Arievaldo Vianna foi criado à luz de lamparina, em contato permanente com as cacimbas dos saberes do povo nordestino. Foi alfabetizado em meados de 1970, graças ao valioso auxílio da Literatura de Cordel. Estreou na imprensa em 1982 no Jornal de Canindé e, logo em seguida, passou a publicar seus trabalhos no Caderno de Domingo do jornal O POVO, de Fortaleza. A partir dos anos 1980 vem publicando diversos folhetos, alguns em parceria com Gonzaga Vieira, Klévisson Viana, Pedro Paulo Paulino, Jota Batista e Sílvio Roberto Santos, entre as dezenas de livros com temática diversa e mais de 120 folhetos de cordel já publicados. É também xilogravador, chargista e ilustrador. Participou, ao lado de Dominguinhos, Assis Ângelo e Sinval Sá, de documentário da TV Câmara de Brasília sobre o Centenário de Luiz Gonzaga.



MESTRE BULE-BULE (Antônio Ribeiro da Conceição) – 70 anos
Um dos mestres da cultura popular nordestina mais renomados do Brasil, Antônio Ribeiro da Conceição, cujo nome artístico é Bule-Bule, nasceu em 22 de outubro de 1947 na cidade de Antônio Cardoso (BA), uma região onde as influências culturais do sertão e do recôncavo baiano se misturam e contribuíram decisivamente para o arcabouço artístico deste grande poeta. Figura emblemática da cultura popular, também é um excelente cordelista com mais de 100 títulos publicados; um exímio sambador e tiraneiro, além de forrozeiro de grande valor, tendo todas estas virtudes comprovadas nos oito discos e dois DVDs gravados em mais de 45 anos de carreira. Já dividiu o palco com renomadas figuras como Gilberto Gil, Beth Carvalho, Gabriel o Pensador e Tom Zé, em apresentações nos Estados Unidos, na Alemanha, Espanha e em Portugal. Em 2008, Bule Bule foi condecorado com a maior premiação brasileira para a Cultura, a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, e em 2017 foi um dos homenageados da XII Bienal Internacional do Livro do Ceará.



ZÉ MARIA DE FORTALEZA (José Maria do Nascimento) – 60 anos de viola
 Zé Maria de Fortaleza é o nome artístico de José Maria do Nascimento, nascido em Aracoiaba (CE) em 07 de agosto de 1945. É cantador, repentista, músico, ator e cordelista. Membro da Academia Brasileira da Literatura de Cordel (ABLC), cadeira nº 24, que tem como patrono o poeta Francisco Sales Areda. Vice-presidente da Academia Brasileira de Cordel (ABC), filiado à Ordem dos Músicos do Brasil, à União dos Compositores Cearenses (UCC), à Associação dos Cantadores do Nordeste (ACN), à Sociedade dos Amigos da Arte (SOAMA) e vice-presidente da Associação de Escritores Trovadores e Folheteiros do Estado do Ceará (AESTROFE). Também cursou Teoria Musical no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno e foi certificado nos cursos “Influência afro na cultura brasileira” e “História da música popular brasileira”.

Foto: Jaqueline Silva (Portal Pernambuco)


JOSÉ COSTA LEITE – 90 anos

José Costa Leite nasceu em 27 de julho de 1927, em Sapé (Paraíba). Diz que nunca frequentou a escola tradicional, tendo aprendido a ler soletrando folhetos de cordel. Em 1938 muda-se com a família para Pernambuco, fixando residência em Condado, cidade aonde mora até hoje. Em 1947 começa a vender folhetos nas feiras do interior e, em 1949, publica os seus primeiros títulos: Eduardo e Alzira e Discussão de José Costa com Manuel Vicente. Verseja sobre praticamente todos os temas do cordel, escrevendo clássicos como A carta misteriosa do Padre Cícero Romão Batista, O dicionário do amor e Os dez mandamentos, o Pai Nosso e o Credo dos cachaceiros.
Suas xilogravuras ilustram inúmeros folhetos – tanto os seus, como os de outros poetas – e ganharam status de obra de arte a partir dos anos 1960, quando passaram a ser publicadas em álbuns e expostas em museus, no Brasil e no exterior. Em 2005, José Costa Leite foi o convidado especial de uma exposição realizada no Musée du Dessin et de l’Estampe Originale de Gravelines (França), aonde também fez ateliês de xilogravura.
Fonte: www.casaderuibarbosa.gov.br/cordel



Programação da II Feira do Cordel Brasileiro

17 de agosto (Quinta-feira)
Teatro
14h – Abertura Oficial da II Feira do Cordel Brasileiro – Recital dos Mestres
14h40min – “Bagunça dos Brinquedos” – Apresentação teatral com texto adaptado do cordel de Mariane Bigio e participação especial das crianças da cidade de Pio IX/PI

Palco Cego Aderaldo
15h – Forró de raiz: Cecília do Acordeom (Redenção/CE)
15h30min – Rafael Brito e a Rabecaria (Fortaleza/CE)
16h – Raul Poeta (Juazeiro do Norte/CE)
16h30min – Olegário Alfredo e Ricardo Evangelista (Belo Horizonte/MG)
17h – Tempo de Brincar (Sorocaba/SP)
18h – Geraldo Amâncio e Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)
19h – Mestre Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)

18 de agosto (Sexta-feira)
Teatro
14h – Palestra “Receitando Cordel”
Palestrantes: Paola Torres (Fortaleza/CE), Sávio Pinheiro (Várzea Alegre/CE) e Breno de Holanda (Fortaleza/CE)
         Mediador: Assis Almeida (Fortaleza/CE)

Sala de Ensaio
14h – Oficina de Xilogravura - Facilitador: Sergio Magalhães (Itapajé/CE) – para o público a partir de 14 anos
14h – Oficina de Xilogravura - Facilitador: João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE) - para o público a partir de 14 anos

Palco Cego Aderaldo
16h – Recital: Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE), Lucarocas (Fortaleza/CE) e Arievaldo Viana (Caucaia/CE)
16h40 – Lançamentos da Cordelaria Flor da Serra com os poetas Arievaldo Vianna, Evaristo Geraldo da Silva, Auri Lopes, Marco Haurélio, Paiva Neves e Orlando Paiva.
17h – Declamação: Dideus Sales (Aracati/CE)
17h30min – Embolada: Marreco e convidado (Fortaleza/CE)
18h15min –“A grande peleja de Benedito com Guilherme Nobre” Mestre Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)
19h15min – Mestre Chico Pedrosa (Olinda/PE)

19 de agosto (Sábado)
Teatro
14h – Palestra “A Literatura de Cordel no panorama brasileiro”
Palestrantes: Jorge Melo (São Paulo/SP), Marco Haurélio (São Paulo/SP), Oswald Barroso (Fortaleza/CE)
Mediação: Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)

Sala de Ensaio:
14h – Oficina de Cordel - Facilitador: Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE) - para o público a partir de 12 anos

Palco Cego Aderaldo:
15h – Recital: Antônio Francisco (Mossoró/RN)
16h – Tempo de Brincar (Sorocaba/SP)
17h – Declamação – Tiago Monteiro (Pocinhos/PB)
17h30min – Francine Maria (Ibiapina/CE)
18h – Show: Canto Cordel - Tião Simpatia (Fortaleza/CE)
18h50min – Eugênio Leandro (Limoeiro do Norte/CE)
19h10min – Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

20 de agosto (Domingo)
Teatro
14h – Palestra “Cego Aderaldo, o trovador do Nordeste”
Exibição do Filme Cego Aderaldo – o Cantador  e o Mito – Classificação: Livre
Palestrantes: Rosemberg Cariry (Fortaleza/CE), João Eudes Costa (Quixadá/CE) e Arievaldo Viana (Caucaia/CE)
           Mediação: Poeta Orlando Queiroz (Quixadá/CE)

Palco Cego Aderaldo
16h – Chico Pedrosa (Olinda-PE) e Antônio Francisco (Mossoró/RN)
16h30min – Forró pé-de-serra: Kutuka a Burra (Fortaleza/CE)
17h – Canções de Viola: Antônio Jocélio (Fortaleza/CE)
17h30min – Marco Lucena (RJ) e Cacimba de Aluá (Fortaleza/CE)
18h30min – Show de Encerramento: Mestre Bule-Bule (Camaçari/BA)

EXPOSITORES:
1.    ABLC (Rio de Janeiro/RJ)
2.    AESTROFE (Fortaleza/CE)
3.    Arievaldo Viana (Caucaia/CE)
4.    CECORDEL (Fortaleza/CE)
5.    Chico Pedrosa (Olinda/PE)
6.    Cordelaria Flor da Serra (Fortaleza/CE)
7.    Edições Patabego (Tauá/CE)
8.    Editora Coqueiro (Olinda/PE)
9.    Eduardo Macedo (Fortaleza/CE)
10.  Evaristo Geraldo da Silva (Alto Santo/CE)
11.  Francisco Melchiades (Fortaleza/CE)
12.  Francorli (Juazeiro do Norte/CE)
13.  Geraldo Amâncio (Fortaleza/CE)
14.  Guilherme Nobre (Fortaleza/CE)
15.  João Pedro do Juazeiro (Fortaleza/CE)
16.  José Lourenço (Juazeiro do Norte/CE)
17.  Jotabê (Fortaleza/CE) 
18.  Lucarocas (Fortaleza/CE)
19.  Nonato Araújo (Fortaleza/CE)
20.  Olegário Alfredo (Belo Horizonte/MG)
21.  Regina Drozina (Guararema/SP)
22.  Ricardo Evangelista (Belo Horizonte/MG)
23.  Rouxinol do Rinaré (Fortaleza/CE)
24.  Valdeck de Garanhuns (Guararema/SP)
25.  Valentina Monteiro (Campina Grande/PB)
26.  Tupynanquim Editora (Fortaleza/CE)

Serviço:
II FEIRA DO CORDEL BRASILEIRO
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

Data: De 17 a 20 de agosto de 2017
Horários: Quinta a sábado: 14 às 20h | Domingo: 14 às 19h
Classificação indicativa: Livre

GRATUITO

Atendimento à imprensa:
Helena Félix – (085) 99993-4920 / pontualcomunicacao@gmail.com e
Kiko Bloc-Boris – 
(085) 98892-1195 / kikobb@gmail.com

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Fortaleza (CE):
Bebel Medal – (85) 99934-0866
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